A defesa do médico, no entanto, argumentava que o autor de "Thriller" era um viciado desesperado que causou a própria morte ao tomar mais medicamentos enquanto Murray estava fora. O advogado de Murray, Ed Chernoff, também questionou a integridade das testemunhas da acusação, sugerindo que os colaboradores do ícone do pop armaram uma versão para obter dinheiro dos veículos ávidos por notícias.
Feito Para Você
Absolutamente tudo sobre Michael Jackson. Fotos, vídeos, músicas e principalmente qualquer notícia relacionada a ele, você só encontra-rá aqui, no blog Reii-DoPop. Obrigado pela preferência!
Mostrando postagens com marcador Julgamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Julgamento. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, novembro 30, 2011
Pena Máxima para Murray
A defesa do médico, no entanto, argumentava que o autor de "Thriller" era um viciado desesperado que causou a própria morte ao tomar mais medicamentos enquanto Murray estava fora. O advogado de Murray, Ed Chernoff, também questionou a integridade das testemunhas da acusação, sugerindo que os colaboradores do ícone do pop armaram uma versão para obter dinheiro dos veículos ávidos por notícias.
terça-feira, novembro 08, 2011
Culpado!
O médico Conrad Murray foi declarado culpado nesta segunda-feira do processo que o acusa de homicídio culposo (quando não há intenção de matar) de Michael Jackson. O júri condenou o médico a quatro anos de prisão. Ainda assim, o cardiologista terá sua sentença anunciada oficialmente apenas em 29 de novembro.
A condenação foi lida pelo auxiliar da Corte de Los Angeles, Sammie Benson, duas horas após o júri ter chegado a um veredicto unânime. Ainda assim, a sentença não é definitiva já que houve um pedido de resposta feito pelos advogados de Murray.
A decisão estava programada para às 19h, mas atrasou pela demora do próprio Murray, que estava com a família em Santa Monica e demorou para chegar ao tribunal, que fica no centro de Los Angeles. Quando ouviu a declaração, o médico estava acompanhado da mãe e da namorada.
Familiares de Jackson também compareceram ao local, entre os quais estavam seu pai e irmãos. O veredicto chegou a ser comemorado por fãs de Jackson, que acompanhavam tudo ao lado de fora da corte.
No dia 3 de novembro, tanto a promotoria como a defesa haviam apresentado seus argumentos finais.
O júri, composto por sete homens e cinco mulheres, teve que decidir se o cardiologista de 59 anos era ou não culpado legal pela morte do cantor pop, que chegou a óbito por intoxicação aguda de propofol. Murray era médico pessoal de Michael Jackson e ministrava seus diversos sedativos.
A justiça foi feita!
sexta-feira, novembro 04, 2011
Não falta muito
A condenação por homicídio do médico de Michael Jackson poderia impulsionar a imagem do falecido astro do pop e abrir oportunidades para a venda de seus produtos em diversos mercados, disseram especialistas da indústria.
Um júri de Los Angeles começa as deliberações nesta sexta-feira no julgamento de seis semanas do dr. Conrad Murray. O médico está sendo acusado de homicídio culposo na morte do cantor em 2009, causada pelo anestésico propofol e sedativos.
Jackson já é a celebridade falecida com a maior arrecadação, com vendas de 170 milhões de dólares no ano passado, segundo uma lista divulgada na semana passada pelo site financeiro Forbes.com.
O apelo mundial do cantor de 'Thriller' aumentou desde sua morte, mas alguns especialistas disseram que a imagem de Jackson foi manchada por conta de seus últimos dias tomando drogas intravenosas para conseguir dormir. Essa imagem pode ser apagada se o júri condenar Murray, e Jackson for visto como vítima de seus cuidados negligentes.
'Para vender Jackson à próxima geração de consumidores e para que os pais se sintam confiantes com Jackson, esse estigma precisa ser eliminado, e é isso que a condenação de Murray precisa fazer', disse Jo Piazza, autor de um livro que será lançado, 'Celebrity, Inc.', que analisa os astros e sua imagem comercial.
Do contrário, Jackson 'será sempre conhecido como alguém que morreu da overdose de drogas', disse Piazza.
As crianças estavam entre os consumidores mais fervorosos da música e dos produtos de Jackson desde sua ascensão estratosférica nas paradas de pop nos anos 1970 e 1980. Mas seu apelo foi prejudicado por alegações de abuso infantil quando em sua fase adulta e por seu julgamento e absolvição em 2005 das acusações de abuso sexual.
Depois de seu julgamento, suas finanças atingiram o ponto mais baixo, e ele acumulou 400 milhões de dólares em dívidas.
Documentos do tribunal indicam que os bens de Jackson, administrados pelo advogado de Los Angeles John Branca e o executivo da indústria musical John McClain, pagaram rapidamente as dívidas com a arrecadação de 310 milhões de dólares em lucros em 2010. Mas para continuar crescendo, é necessário atingir novos mercados.
terça-feira, outubro 11, 2011
Será mesmo Michael morto?
Christopher Rogers, médico responsável pela autópsia que determinou a causa da morte de Michael Jackson, depôs nesta terça-feira, 11, no julgamento de Conrad Murray. O médico é acusado pelo homicídio culposo - quando não há intenção de matar - do cantor, em 25 de junho de 2009.
Rogers afirmou no tribunal de Los Angeles, onde o caso está sendo julgado desde o dia 27 de setembro, que o que houve com Michael foi um homícídio.
Questionado pelo promotor David Walgren sobre o porquê de sua conclusão, ele disse que não havia indicação para se tratar a alegada dificuldade para dormir do popstar com o anestésico Propofol. Também não havia equipamentos hospitalares no quarto do quarto que garantissem o uso da substância com segurança, como um aparelho para ressuscitar o artista caso ele parasse de respirar.
Segundo o especialista, Michael morreu devido a uma intoxicação por Propofol. O cantor não tinha nenhum problema no coração. Rogers ainda duvidou que fosse possível uma pessoa sob efeito de tantas doses de sedativo - como Murray admitiu ter dado a Michael para que ele dormisse - ter se levantado da cama e ter administrado nela mesma a quantidade fatal de Propofol.
Durante o depoimento de Rogers, foi mostrada uma foto do corpo de Michael nu em uma maca, pouco depois de ter sido declarado morto no hospital. Perto de um dos braços do cantor, com a data 25 de agosto de 2009 quando deveria estar 25 de junho de 2009. Ainda não foi explicado o que teria levado ao engano.
Foto a seguir é forte!!!!
sábado, outubro 08, 2011
Michael ama essa droga?
"Conheço Michael, ele ama essa droga", teria dito um médico anterior de Michael Jackson ao doutor Conrad Murray, quando este quis averiguar onde conseguir o Propofol que o cantor pedia para poder dormir, segundo uma gravação escutada nesta sexta-feira (7) na Corte de Los Angeles.
A gravação foi apresentada durante o depoimento do detetive Scott Smith, da Polícia de Los Angeles, na segunda semana do julgamento de Murray por homicídio culposo de Michael Jackson.
No áudio, Murray diz aos detetives Scott e Orlando Martínez que trabalhava tempo integral para Jackson havia dois meses quando ele morreu aos 50 anos, em 25 de junho de 2009, por uma overdose do sedante Propofol. No entanto, já o atendia "intermitentemente" desde 2006.
É a primeira vez que a voz do cardiologista de 58 anos é ouvida no julgamento que deve durar mais três semanas e que poderá enviá-lo à prisão por quatro anos.
Murray diz aos investigadores que quando Jackson o contatou para oferecer a ele o emprego e lhe pediu que o ajudasse a dormir, ele perguntou se tinha testado remédios como Lorazepam ou Valium e que o artista respondeu que nenhum deles funcionava.
Jackson "me perguntou então que tal o Diprivan, esse funciona", disse Murray. "Diprivan é outro nome para o Propofol, que é o 'leite'", explica o médico aos detetives na reunião realizada com eles em 27 de junho na Marina del Rey, oeste de Los Angeles.
O rei do pop estava tão familiarizado com o poderoso sedativo (utilizado como anestésico em intervenções cirúrgicas) que se referia a ele como seu "leite", por sua cor branca.
"Eu disse a ele: 'mas isso não é um remédio, é necessário encomendá-lo, não sei como conseguir. Não posso te ajudar porque não tenho acesso a esses produtos'", contou Murray.
Jackson pediu então que ele conversasse com o médico David Adams, que tinha dado Propofol a Michael Jackson várias vezes antes em Las Vegas, de acordo com Murray.
Quando o novo médico de Jackson contatou Adams, este teria respondido, sempre segundo Murray: "oh, sim, conheço Michael, ele ama essa droga".
terça-feira, setembro 27, 2011
Começa o julgamento
(um pouco atrasado mais vale)
O promotor acusou Murray de abandono, já que o médico deixou Jackson sem supervisão durante alguns minutos, e disse ainda que os dois não mantinham uma relação médico-paciente e sim de empregado-empregador: "Dr. Murray agiu de maneira muito negligente e não trabalhava pensando no que era melhor para Michael Jackson. Ele trabalhava por US$150 mil por mês.” Além disso, a promotiria declarou que Murray não teria dito aos médicos da emergência que administrou propofol no cantor.
Para convencer o júri de que o médico Conrad Murray é inocente da acusação de homicídio culposo na morte de Michael Jackson, a defesa afirma neste primeiro dia de julgamento, em Los Angeles, que o popstar causou sua própria morte.
Segundo o advogado Ed Chernoff, o próprio popstar tomou pílulas de Lorazepam e auto-injetou uma dose massiva do anestésico propofol causando a overdose e, consequentemente, a morte:
- Michael Jackson estava frustado porque seu médico não lhe deu o remédio que ele queria. Ele agiu de maneira que causou sua própria morte. Nossas provas mostrarão isso. Michael tomou 8mg de lorazepan. Os especialistas mostrarão que isso é o suficiente para colocar seis de vocês para dormir.
E prosseguiu:
- Michael administrou uma dose de propofol sozinho quando Murray deixou o quarto. Somado ao lorazepan, isso criou uma tempestade que causou sua morte. Quando Murray voltou, não adiantava fazer CPR. Ele morreu tão rapidamente que seus olhos ainda estavam abertos.
Ainda segundo a defesa do médico, Murray estava tentando fazer com que Michael parasse de usar propofol para dormir usando outros sedativos e por isso na noite anterior à morte do cantor o anestésico não foi administrado. Segundo Chernoff, a situação do cantor era tão grave cinco dias antes de sua morte que representante da AEG, empresa responsável pela turnê "This is It", fizeram uma reunião na casa do cantor e consideraram cancelarem os shows. Depois dessa reunião, Jackson teria deixado claro para Murray que precisava do remédio para dormir ou a turnê não aconteceria. O médico chorou em determinado momento do discurso de seu advogado.
O advogado de Murray continuou seu discurso dizendo aos jurados que a ciência ajudará a explicar o caso e que na verdade a grande questão desse julgamento é "Como Michael Jackson conseguiu mais dose do remédio?", já que o propofol tem alta absorção e em dois minutos, tempo que o cantor ficou sozinho, as 25 mg do remédio já não estariam mais no sistema de Jackson.
"Este é um caso emocional. Todos nós temos interesse em saber o que aconteceu com Michael Jackson. As provas mostrarão que Michael administrou uma dose extra de propofol e isso o matou. Nós acreditamos que o Dr. Murray é inocente", finalizou.
Testemunhos
O coreógrafo e diretor da turnê "This is It", Kenny Ortega, foi a primeira testemunha a depor.
Kenny disse que no início da produção da turnê ele se encontrava com Michael cerca de três a quatro vezes por semana. O promotor perguntou se os filhos do cantor iam aos ensaios: "Não. Ele pretendia levá-los aos shows em Londres e queria que eles se concentrassem nos estudos", explicou Kenny.
O promotor demonstrou preocupação com a carga horária dos ensaios e perguntou quantas horas de ensaio por dia o cantor costumava fazer: "De sete a oito horas envolvendo ensaio físico e discussão de detalhes da produção", respondeu o coreógrafo.
Durante o testemunho, Kenny revelou que no fim do mês de junho de 2009, Michael começou a faltar alguns ensaios e que no dia 19 de junho apareceu doente: "Ele não estava bem, parecia perdido e estava incoerente". Ainda segundo Ortega, ele se sentou com Michael para observar o ensaio e o cobriu com uma manta: "Trouxe comida e massagiei seus pés. Neste dia, ele deixou o ensaio mais cedo".
Em email enviado ao CEO da AEG, empresa responsável pela turnê, Ortega demonstrou sua preocupação com o estado de saúde do cantor. No documento, Ortega diz achar necessário que Michael tivesse acompanhamento de um terapeuta e que os figurinistas repararam que o cantor tinha perdido peso. Além disso, Conrad Murray é mencionado: "Tentei entrar em contato com o médico dele, mas não consegui".
Murray confrontou Ortega durante uma reunião na casa de Michael Jackson dizendo que ele não deveria agir como um médico e que Michael estava física e emocionalmente capaz de lidar com as responsabilidades do show: "Eu discordei", declarou Ortega.
Nos dias 23 e 24 de junho de 2009, Jackson apareceu nos ensaios: "Era um Michael diferente. Ele estava disposto e cheio de energia", declarou o coreógrafo. No dia 25 de junho, o coreógrafo recebeu uma ligação do produtor Paul Gongaware dizendo que o cantor havia sido levado para o hospital de ambulância. Momentos depois, o produtor retornou a ligação: "Nós o perdemos", disse a Ortega.
Nos dias 23 e 24 de junho de 2009, Jackson apareceu nos ensaios: "Era um Michael diferente. Ele estava disposto e cheio de energia", declarou o coreógrafo. No dia 25 de junho, o coreógrafo recebeu uma ligação do produtor Paul Gongaware dizendo que o cantor havia sido levado para o hospital de ambulância. Momentos depois, o produtor retornou a ligação: "Nós o perdemos", disse a Ortega.
A segunda testemunha chamada para depor foi o produtor Paul Gongaware. Segundo ele, os ingressos para os dez primeiros shows foram vendidos em poucos minutos e Michael queria adicionar mais 21, somando um total de 31 apresentações. Paul disse ainda que Michael queria que Murray fosse seu médico durante a turnê e que chegou a oferecer US$1,5 milhão para que Murray fechasse o contrato e viajasse com ele.
O julgamento
O julgamento de Conrad Murray pela morte de Michael Jackson teve início no começo da tarde (8h30 no horário local) desta terça, 27, em Los Angeles. O médico de 58 anos é acusado de homicídio culposo - quando não há intenção de matar - pela promotoria. Ele pode enfrentar uma pena de até quatro anos de prisão. O julgamento deve durar até cinco semanas.
O médico que ministrou as drogas que levaram o cantor à morte em junho de 2009 chegou ao tribunal por volta de 12h30, dentro de um carro. No mesmo horário, mas a pé, caminhando em meio aos fotógrafos, chegou a família Jackson. Entre eles, a matriarca Katherine e o pai Joe Jackson, além dos irmãos Jermaine, Janet, Tito, Randy e LaToya.
rgumentos da promotoria: 'Incompetência e negliência' de Murray na overdose por propofol
A sessão desta terça foi aberta com os argumentos do promotor David Walgren. Na tese da promotoria, Michael Jackson morreu por uma overdose de propofol, um forte anestésico, ministrado pelo Doutor Conrad Murray em 25 de junho de 2009. A promotoria quer provar que Murray agiu com "incompetência e negligência" no caso.
Para provar que Murray queria deixar Michael constantemente dopado, o promotor acusou o médico de comprar regularmente grandes quantidades de propofol, inclusive mentindo ao farmacêutico que tinha uma clínica em Santa Mônica para ter acesso a tais drogas.
Para provar que Murray queria deixar Michael constantemente dopado, o promotor acusou o médico de comprar regularmente grandes quantidades de propofol, inclusive mentindo ao farmacêutico que tinha uma clínica em Santa Mônica para ter acesso a tais drogas.
Ainda no intuito de demonstrar a fragilidade de Michael, a promotoria exibiu uma gravação até então inédita, feita pelo próprio celular de Murray, da voz de Michael Jackson falando sobre a turnê "This is it" sob "efeito de substâncias desconhecidas", mas audivelmente desorientado. "Nós temos que ser fenomenais. Quando as pessoas deixarem este show, queremos que eles digam: 'Nunca vi nada como isso. Ele é o maior artista do mundo'", dizia Michael, com uma voz fraca e confusa, na gravação.
Após a gravação que prova o estado crítico de Michael, a promotoria argumenta: "Era assim que Conrad Murray o observava em 2009. E o que ele fez com essa conhecimento e informação? Em maio de 2009, ele pediu mais uma leva de propofol". Murrey teria comprado 40 frascos de 100 ml do anestésico na data.
Assinar:
Postagens (Atom)











